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Generalidades

Hino Nacional – Projeto Resgatar Hino Nacional

O objetivo do projeto para resgatar o canto do hino nacional nas escolas, é de criar nos jovens um sentimento patriótico e de valorização a pátria e tudo que nela temos, diante bandeira incentiva-se o jovem a viver um nacionalismo perdido pelas gerações mais novas e mostrar o sentido positivo de se valorizar uma pátria e a sociedade como um todo. Sem necessidade de adoração.

Valorizar é cuidar, respeitar, amar; quem ama cuida, quem ama ajuda, preserva, defende e não destrói. O amor nos faz diferentes, nos faz cuidadosos, nos faz precavidos, nos faz guerreiros pois ninguém quer perder o que ama, por outro lado aquilo que não tem valor para nós é simplesmente descartável ou inútil.

Precisamos amar e cuidar do que é importante para nós, vemos que até hoje não é dada a importância devida as nossas nascentes de águas, aos rios, as florestas, aos mares, a fauna, aos índios, aos mendigos, as pessoas, pois a educação midiática não nos ensina a valorizar a vida e a preservar o que a vida precisa, ensina apenas a valorizar aquilo que se aparenta belo, o luxo e a riqueza, ensina-nos a gostar dos prazeres da vida abastada, mas não ensina que tudo tem um preço, e o preço sempre é alto.

No tempo obscuro do regime militar tínhamos a obrigação nas escolas de hastear e descerrar a bandeira nacional todas as quartas-feiras, ficávamos ali paradinhos mesmo no frio cantando o hino nacional e reverenciando a bandeira, algo que sem uma explicação não tem realmente sentido, mas conhecíamos que tínhamos uma pátria e que tínhamos um hino, tínhamos um berço esplendido, e águas plácidas, campos com flores, bosques com vida, e vida com amores. Esse regime graças a Deus acabou e nos deixou livres da opressão e das obrigações sem sentido, adquirimos então o direito de protestar, criticar, rejeitar. Direitos de agir segundo nossos sentimentos e opiniões e não aceitar imposições, tornamo-nos um povo mais liberto e com direito de criar um mundo novo em torno de nossa liberdade.

Infelizmente não foi o que aconteceu efetivamente, pois havia um despreparo para lidar com ela assim como na libertação dos escravos no Brasil, os escravos sem utilidade eram lançados fora sem nenhum preparo para a nova vida, sem as mínimas condições de sobreviver naquele mundo de brancos gananciosos e que não estavam dispostos a dar nenhuma ajuda aos novos seres da sociedade, criaram uma liberdade que gerou um sistema repressor e cruel para com os despreparados homens que saiam das correntes, que tinham que competir para sobreviver num mundo  qual pouco conheciam. Em 1984 quando estávamos em período de transição tudo era euforia em torno do novo sistema, esse parecia ser o início duma era dourada de crescimento em todas as áreas do conhecimento, do crescimento e da evolução do homem e da sociedade.

Infelizmente o que vemos é que muitas pessoas se esqueceram que possuem uma pátria, que envergonham-nos quando diante de todo o mundo não sabem cantar o hino nacional, que a primeira coisa que fazem quando tem condições é deixar o pais, quando compram preferem o que é importado, quando viajam preferem o exterior, não veem status na própria nação, até os nossos protestos são diferentes e demonstram um despreparo absurdo nas pessoas que, sequer sabem reivindicar, sequer sabem o que querem, pois ainda estão perdidos no mundo da liberdade onde homens sábios constroem impérios e pessoas com objetivos tornam-se poderosos.

É triste ver jovens que não tem objetivos, que não tem ambições e não buscam melhorias próprias, que acreditam que o mundo é ainda uma selva onde o próximo é uma presa e tudo que existe é para ser saqueado, a ideia de muitos é simplesmente animal, vida sem estudos, sem evolução, sem sociedade, sem leis, sem deveres, sem regras, pessoas que pensam assim são aquelas que jamais se importam com o que vai acontecer amanhã, ou que jamais se importam com o próximo ou com a nação, ou com a sociedade. “Tem pessoas que dizem que querem apenas se dar bem o resto que se dane”. Pensam em explorar o país, por que é assim que sempre funcionou, precisando encontrar um meio para ganhar muito e fazer pouco, muita diversão e pouco comprometimento para com o meio em que vive, pessoas que veem apenas o seu mundo e seus sonhos, que quando podem fazem como aqueles que: -ao alcançar o poder tornam-se lobos devoradores, insaciáveis e sem limites na sua ganancia, pessoas que não se importam com a pátria nem com as pessoas que aqui vivem, por que só o poder pode gerar poder, com o qual pode-se angariar mais direitos de explorar tudo que existe a sua volta, direitos para burlar leis, deixar de pagar, deixar de contribuir e investir para que a sociedade a qual pertencem possa ter melhores condições.  ISSO É NÃO SER PATRIOTA.

Não devemos acreditar nos mercenários que só pensam no vil metal, acreditar que as coisas podem acontecer em passes de mágica, nunca foi assim. O que hoje existe e o que temos, as fronteiras que possuímos a língua que herdamos e tudo que temos, foi uma conquista adquirida com guerras e com muito sangue, poderíamos ter muitas fronteiras, muitas línguas, alguns reis ou alguns ditadores, sabe-se lá como seria, mas algumas pessoas lutaram para expulsar invasores, outras lutaram para manter os direitos, outras morreram para alcançar a liberdade, não só a própria mas a de muitos, pensaram no coletivo e lutaram por uma raça ou por um direito, as coisas são alcançadas com lutas e com amor àquilo que se tem. Como será o nosso amanhã se não tivermos esse espírito patriota para defender o que foi conquistado até agora? Como será o amanhã no lugar onde se acreditam mercenários e lobos, que dizem que se você der 10 ganha 100 e se der 100 ganha 1000 e se der 1000 ganha 1 milhão, se der tudo torna-se um rei, se der a alma torna-se um deus e domina sobre todos. Esse discurso é diabólico, por que Deus deixou o trabalho e deu inteligência aos homens, Deus não é uma bolsa de valores onde se trabalha com dinheiro, incrível mas até religiões aprenderam a explorar a ganancia estupida e ingênua das pessoas, exploradores da fé cega e indouta, mas que encontram campo fértil nos corações que almejam a prosperidade com facilidade e pouco compromisso.

É preciso plantar é preciso produzir é preciso criar tecnologias é preciso criar meios para que a sociedade cresça como um todo, que todos possam ter os mesmos direitos e os mesmos objetivos, criar nos cidadãos o orgulho de viver numa terra e orgulho de mostrar a sua bandeira, porque ela representa o que temos de melhor, não é assim que fazem os norte-americanos? Após vencer um desafio, ao conquistar uma terra ou ao pisar em um solo tão distante, ao descobrir uma fórmula e ao criar um negócio, até mesmo as casas possuem bandeiras e nem é devido a copa do mundo (o qual eles não são fãs) mas é por orgulho de seu país, algo que contagia até nós e muitas nações que também carregam suas bandeiras, comem suas comidas, ouvem suas músicas, consomem seus produtos, assistem os seus filmes, visitam seus parques e sonham viver como eles.

Nós podemos ser uma nação melhor e podemos criar condições melhores para todos, não devemos deixar o tempo passar enquanto sonhamos com o dinheiro que cai do céu, ou que vem pelo sistema corrupto ou pelos projetos ardilosos e malignos que apenas beneficiam a poucos. Temos que amar a pátria e seus símbolos, lutar para melhorá-la e defende-la dos mercenários, dos corruptos e dos facilitadores, que minam nossas fontes douradas e nossos bosques verdejantes, deixando para nós apenas a árdua luta da sobrevivência, em meio ao deserto e os covis de lobos assassinos e condições desprivilegiadas.

Por isso esse projeto, quem dera muitos olhassem melhor não só para a bandeira mas para a pátria, investisse mais nela. Estamos próximos de uma olimpíada e onde estão as escolinhas de atletismo? As bolsas para ajudar jovens atletas a se manterem? Os incentivos para que empresas invistam mais nos jovens, livrando muitos destes da marginalidade? Quantos que poderiam levar nosso nome e nossa bandeira a patamares altos e não vão fazer porque nunca tiveram a oportunidade e não receberam as orientações necessárias? Por que ao invés de pensarmos no coletivo estamos pensam apenas em nós mesmos, ajuntando apenas tesouros particulares indiferentes a tudo que está ao nosso redor.

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